Arquivo da Categoria ‘Polí­tica’

Naturalidade: A14 - Ambulância

Segunda-feira, 12 de Março, 2007

Apesar de já ter falado (uma pequena referência no último texto) sobre o encerramento de várias maternidades e urgências, esta notícia merecia, na minha opinião, um destaque.

É ridículo e espero que o Ministro da Saúde tenha visto esta notícia com atenção, pois uma mulher deu à luz em plena Auto-estrada (entre Figueira da Foz e Coimbra, na A14) na ambulância, quando esta estava a ser transportada para a maternidade mais próxima (a mais de 50km).

É esta a Saúde a que temos direito, todos nós que pagamos balúrdios, tendo em conta os nossos salários e poder de compra, à Segurança Social e ao Estado em geral?
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Manifestações

Quinta-feira, 1 de Março, 2007

Não me recordo de existirem tantas manifestações em Portugal.

Não consigo compreender como estatí­sticas que são apresentadas frequentemente nos meios de comunicação social revelam que, se existissem nos próximos tempos eleições legislativas, o PS continuaria a ganhar com maioria absoluta…

Esta incoerência confirma a minha ideia generalizada de um povo Português “burro”, sem capacidade de “juntar 1 + 1″…

Sempre que o Paí­s piora, muda-se de partido polí­tico no governo, mas só variam entre dois… Tentemos colocar lá um partido mais pequeno, talvez mude para melhor, porque para pior é difí­cil…
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Referendo sobre a IVG

Terça-feira, 13 de Fevereiro, 2007

Aconteceu no Domingo passado (11 de Fevereiro de 2007) o 2º referendo relativamente à IVG (Interrupção Voluntária da Gravidez), e, felizmente, o Sim “ganhou”, o que teria tido mais valor caso o referendo tivesse sido vinculativo.

Este resultado trouxe-me algumas esperanças relativamente ao futuro de Portugal e dos Portugueses, mas também algumas tristezas:
- Esperanças pois eu tinha uma triste certeza - que felizmente não se veio a verificar - de que o Não voltaria a ganhar, independentemente da abstenção, dado que a nossa População é em grande parte “conduzida” pela Religião Católica;
- Tristezas dado que a abstenção, apesar de consideravelmente menor relativamente ao último referendo (em 1998 foi de 68,1% e no Domingo de 56,4%), ainda foi bastante, o que revela um povo desinteressado em manifestar a sua opinião e em exercer o seu direito (na minha opinião dever) de voto.
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